Opinião: "A Cidade dos Ossos" (Os Instrumentos Mortais #1) de Cassandra Clare

A Cidade dos Ossos (Os Instrumentos Mortais #1) Cassandra Clare Editora : Grupo Planeta Nº de Páginas: 416 Sinopse : Nova Iorque é...

A Cidade dos Ossos (Os Instrumentos Mortais #1)
Cassandra Clare

Editora: Grupo Planeta
Nº de Páginas: 416

Sinopse: Nova Iorque é a cidade que nunca dorme — mas, espíritos malignos, vampiros, anjos, feiticeiros, fadas e caçadores de sombras não precisam de muito descanso… A cidade é o mundo do primeiro romance de Cassandra Clare, uma fantasia cool, agradavelmente negra e com um toque urbano picante.

Opinião: A Cidade dos Ossos é o primeiro livro de uma série que pode vir a ser bem interessante.
Há mil anos, o anjo Raziel misturou o seu sangue com o dos seres humanos, criando uma raça de Caçadores de Sombras, que nos protegem de demónios invisíveis para o comum dos mortais.
Ao abrir este livro, entra-se num universo muito especial... Chega-se à Cidade dos Ossos!
À saída da Pandemonium, a discoteca da moda de Nova Iorque, Clary segue um rapaz muito giro de cabelo azul até que assiste à sua morte às mãos de três jovens cobertos de estranhas tatuagens. Desde essa noite, o seu destino une-se ao dos três Caçadores de Sombras e, sobretudo, ao de Jace, um rapaz com cara de anjo, mas com tendência a agir como um idiota...

Esta é uma obra virada, claramente, para um público mais adolescente, mas que consegue entreter e até prender um leitor adulto à narrativa. A autora utiliza uma linguagem muito descontraída, mas não infantil, havendo assim um equilíbrio entre a idade dos personagens e a possibilidade de ter mais que uma geração a ler a sua obra.
O mundo criado, está bastante bem apresentado e as personagens, cada um com a sua personalidade, conseguem cativar-nos desde cedo. Outro ponto que me cativou, foi o equilíbrio que Cassandra Clare, conseguiu manter em termos de criaturas mitológicas. Como é dado a mostrar na sinopse, ainda são em grande número, mas não há confusão nem exageros em relação a qualquer uma delas.

Com um fim totalmente inesperado e que nos dá que pensar, este livro não podia acabar da melhor maneira. É que dá mesmo que pensar, porque, ao longo do livro todo, vamos construindo uma ideia que, de repente, desaba e só queremos pegar no próximo livro para ficarmos a saber os próximos desenvolvimentos. Com diálogos divertidíssimos, esta foi uma leitura descontraída que gostei.

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