Leituras do Momento e para o Fim-de-Semana

Bertrand Editora Que África era aquela, quando Portugal era «só um – do Minho a Timor»? Manuela Gonzaga começa por nos levar de Lisboa ...

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Que África era aquela, quando Portugal era «só um – do Minho a Timor»? Manuela Gonzaga começa por nos levar de Lisboa a Nacala numa maravilhosa travessia oceânica a bordo do paquete Império. Dali, com a família, partiu para a mais remota província da então Província Ultramarina de Moçambique, Vila Cabral, actual Lichinga, onde viveram durante algum tempo. Através da descrição dos quotidianos do Niassa, depois do esbraseante calor de Tete, a seguir na Beira, e mais tarde em Lourenço Marques, Maputo, a autora revive, por dentro, toda uma época, num exercício que começou por ser um lenitivo para mitigar a solidão da mãe cujas memórias se têm vindo a dissolver inexoravelmente. Foi a própria mãe, a quem estas narrativas acordam reminiscências luminosas e felizes de tempos pretéritos no seu Moçambique adorado, que lhe pediu que as transformasse no livro que agora chega a público.



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O coração jovem e rebelde de Caelen McCabe quase destruiu o seu clã. Chegou a hora de colocar a lealdade à família acima de tudo o resto e casar com a noiva abandonada pelo irmão mais velho, salvando assim a frágil aliança entre dois clãs. Mas embora a bela Rionna McDonald seja uma mulher perfeitamente aceitável para qualquer homem, a verdade é que Caelen não confia em mulher nenhuma, especialmente nesta doce sedutora que ele tanto deseja. 
Claro que Rionna é uma vítima nos jogos de poder do seu pai, mas ela está determinada a cumprir o seu dever, ao mesmo tempo que jura proteger o seu coração e o seu orgulho de qualquer humilhação. Mas, apesar de tudo, o calor do toque de Caelen faz com que as suas defesas derretam e ela deseja intensamente as delícias sensuais de um marido que guarda as suas emoções com a mesma ferocidade com que guarda o seu clã. 
Quando explode a derradeira guerra pelo legado McCabe, o verdadeiro espírito guerreiro de Rionna vem ao de cima. Ela irá arriscar a ira do seu pai, a fúria dos seus inimigos e a própria vida para provar a Caelen que o seu amor é demasiado precioso para se perder.


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Iniciei estes dois livros recentemente. Acho que os escolhi por serem de géneros tão opostos. Enquanto que o primeiro, da autora portuguesa Manuela Gonzaga é autobiográfico, o segundo é um romance daqueles leves, apaixonados e com uma narrativa muito sensual. Da escritora portuguesa é o primeiro livro que leio, mas da Maya Banks e, particularmente, da série Highlander, este é já o terceiro. Normalmente nem me agarro assim tanto a enredos destes, mas todo aquele povo e a forma como Banks consegue prender a nossa atenção, bem, é romance de cordel que entretém e que parece filme de Domingo à tarde. Ideal para quando quero relaxar! Entretanto já ando a sonhar com o Possessão da Quinta Essência que está para ser lançado em Setembro e com o A Ascenção do Nove, que será das próximas leituras também. E vocês, o que andam a ler? 

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