Em Setembro pela Quetzal: Mustang Branco, de Filipa Martins

Mustang Branco Filipa Martins Género: Literatura / Ficção N.º de páginas: 256 Data de lançamento: 19 de setembro PVP: 16,60€...


Mustang Branco
Filipa Martins

Género: Literatura / Ficção
N.º de páginas: 256
Data de lançamento: 19 de setembro
PVP: 16,60€
ISBN: 9789897221187

Prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores em 2005

LIVRO
Uma mulher cresce protegida pela austeridade do pai – um Coronel – que, para além do bem-estar da família, tem como paixão um Ford Mustang branco titânio a rolar nas estradas da cidade da Beira, em Moçambique. Alheada da guerra civil que domina a ex-colónia portuguesa, apaixona-se pela pele curtida de um guerrilheiro. Vinte anos mais tarde, no seu apartamento, numas minúsculas águas-furtadas em Saint-Germain-des-Près, ela continua marcada pelas lembranças que tem deste catanador de chissamba – Caju, de seu nome, tal como o fruto.
Quando um conjunto de acasos a leva ao septuagésimo nono andar da Torre Montparnasse, reencontra o seu velho amor no ambiente cosmopolita de Paris, apertado pelos fatos cintados da alta-costura e de braço dado com o dinheiro. De imediato, é enredada numa teia de negociatas de contornos densos, misteriosos e devassos que a conduzem à prisão – e ao passado.
www.quetzal.blogs.sapo.pt

AUTORA
Filipa Martins nasceu em Lisboa, em 1983. É jornalista desde 2004, tendo colaborado em publicações como o Diário de Notícias, Notícias Magazine, Evasões e o jornal i. Recebeu o Prémio Revelação em 2004, na categoria de ficção, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com Elogio do Passeio Público, o seu primeiro romance, publicado em 2008. Obteve ainda o prémio Jovens Criadores do Clube Português de Artes e Ideias, com o conto Esteira. O seu segundo romance, Quanta Terra, foi publicado em 2009.

IMPRENSA
«Filipa Martins domina com eficácia e beleza (…) a língua e o léxico.» 
Sara Figueiredo Costa, Time Out

«Filipa Martins não facilita, nem a si nem aos outros.» 
João Villalobos, LER

«Uma escrita assaz adjetivada, às vezes extravagante, que cativa e prende.»
Isabel Teixeira da Mota, Jornal de Notícias

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