[DESTAQUE] Boas Notícias no Panorama Literário Nacional

Depois de ter anunciado que o nosso autor Luís Miguel Rocha teve as suas obras, por completo, adquiridas pelo mercado Francês e que aind...


Depois de ter anunciado que o nosso autor Luís Miguel Rocha teve as suas obras, por completo, adquiridas pelo mercado Francês e que ainda andava a trabalhar como guionista na série Nada de Mais (podem ler tudo aqui: http://www.branmorrighan.com/2014/10/destaque-luis-miguel-rocha-publica-em.html), eis que surgem mais umas quantas notícias de autores que gosto muito e que, como tal, irei partilhar aqui convosco. 


Começo pelo autor Nuno Nepomuceno que, depois de muito tempo à espera por uma luz em relação à continuidade da publicação das suas obras, se vê com um contrato com a TopBooks. Pela notícia no Facebook (https://www.facebook.com/topbooksportugal), parece que o Espião Português vai ser reeditado e quem tem andado à procura dele vai finalmente encontrá-lo numa nova edição. Também a restante trilogia parece assegurada. Óptimas notícias para o Nuno! 


Afonso Cruz, outro autor português imparável que não pára de conquistar o mundo além de Portugal. Para além da sua presença noutras países, eis que irá estar em New York no evento "New Portuguese Writers". Para além disso, é também finalista no Prémio Fernando Namora com o seu "Para Onde Vao os Guarda Chuvas". Com uma agenda imparável, a literatura para os lados de Afonso Cruz vai bem e recomenda-se. 


Temos também a nossa Luísa Fortes da Cunha do outro lado do globo, na Austrália, no Ministério dos Negócios Estrangeiros. Conhecida pela sua série Teodora, já foram várias as iniciativas que a levaram desde ao Estados Unidos ao Leste da Europa. Dada a faixa etária dos livros da Luísa, literatura infanto-juvenil, é de realçar o papel importante que a leitura tem nestas idades e o quão dinamizadora tem sido a autora para levar os seus livros às escolas nacionais e internacionais. Daqui, os meus muitos parabéns! 


Também há poucos dias saiu no Observador um artigo intitulado "Há Literatura no Orçamento de Estado" em que a publicação Observador desafiou três escritores portugueses a lerem o Orçamento do Estado do ponto de vista literário. Na narrativa financeira, há uma batalha de 15 segundos, em que todos os gatos são comidos. Se ainda existe sentido de humor nestas coisas é porque não estamos assim tão perdidos, ou estaremos? Esta notícia conta com a participação dos autores Tiago R. Santos, Bruno Vieira Amaral e Pedro Vieira. 


Existem destaques a aparecerem todos os dias, mas os meus, para já, são estes.

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