[DESTAQUE] Em Outubro pela Quetzal: Galveias, de José Luís Peixoto

Galveias José Luís Peixoto Género : Romance N.º de páginas : 280 Data de lançamento : 10 de outubro PVP : 17,70€ ISBN : 97...


Galveias
José Luís Peixoto

Género: Romance
N.º de páginas: 280
Data de lançamento: 10 de outubro
PVP: 17,70€
ISBN: 9789897221798

Lançamento no dia 11 de outubro, às 17h00, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Galveias.

LIVRO
«Galveias sente os seus. Oferece-lhes mundo, ruas para estenderem idades. Um dia, acolhe-os no seu interior. São como meninos que regressam ao ventre da mãe. Galveias protege os seus para sempre.» O universo toca uma pequena vila com um mistério imenso. Esse é o ponto de acesso ao elenco de personagens que compõe este romance e que, capítulo a capítulo, ergue um mundo. Como uma condensação de portugalidade, Galveias é um retrato de vida, imagem despudorada de uma realidade que atravessa o país e que, em grande medida, contribui para traçar-lhe a sua identidade mais profunda.
A riqueza da escrita, a sofisticação formal, a sensível e dura humanidade destas páginas são um passo marcante na obra de um dos mais destacados autores europeus da sua geração e, sem dúvida, colocam Galveias entre os grandes romances alguma vez escritos sobre a ruralidade portuguesa. Para todos os leitores que, ao longo dos anos, irão conhecê-lo, a trajectória deste livro já se iniciou. Como o mistério que acerta em Galveias, este romance vai a caminho desses olhares, irá tocá-los de modo irreversível.


IMPRENSA
«Estamos perante um grande ficcionista e, também, um grande prosador da língua portuguesa, capaz de extraordinárias notações do real, de ritmos inovadores e até de uma relação estrutural com as formas musicais que não tem precedentes entre nós.» Vasco Graça Moura 

«Como Saramago, José Luís Peixoto é um escritor tocado pelo génio.» Urbano Tavares Rodrigues 

«Peixoto articula um interessante discurso sobre a identidade e a orfandade, e elabora em paralelo um maravilhoso retrato psicológico do mundo rural português.» El País


AUTOR
Nasceu em 1974, em Galveias, concelho de Ponte de Sôr (Portalegre). É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Inglês e Alemão) pela Universidade Nova de Lisboa. Publicou, durante vários anos, textos de poesia e prosa no suplemento DN Jovem. Foi, durante alguns anos, professor do ensino secundário, tendo dado aulas na Lousã, em Oliveira do Hospital e na Cidade da Praia, em Cabo Verde.
Vencedor do Prémio Jovens Criadores do Instituto Português da Juventude nos anos de 1998 e 2000, tinha já publicado, antes de Nenhum Olhar, vários conjuntos de poemas, nos cadernos Átis, e a ficção breve Morreste-me, dada à estampa em Maio de 2000, numa edição de autor rapidamente esgotada.
Em Outubro de 2000 publicou, na Temas e Debates, o seu primeiro romance, Nenhum Olhar, que lhe valeu de imediato um largo reconhecimento da crítica, plenamente confirmado com o facto de ter vencido, no ano seguinte o Prémio José Saramago, da Fundação Círculo de Leitores, e foi considerado finalista para a atribuição de dois dos mais importantes prémios literários desse mesmo ano: o Grande Prémio de Romance e Novela da APE e o Prémio do Pen Club.
Foram estes dois livros que, já traduzidos em quatro línguas e em negociação para várias outras, lhe garantiram o lugar que hoje ocupa como um dos jovens romancistas de maior destaque na Europa.
O livro de poesia A Criança em Ruínas, lançado em 2001 e com edições sucessivas, constituiu um novo êxito de público e de crítica.
O lançamento de Uma Casa na Escuridão (romance) e de A Casa, a Escuridão (poemas), feito em simultâneo em Outubro de 2002, é outro marco importante no percurso do autor, pela originalidade de uma ficção e de um livro de poemas que remetem para um mesmo e fortíssimo universo ficcional.
Tendo representado Portugal em diversos eventos literários internacionais (Paris, Madrid, Frankfurt, Zagreb, entre outros), foi em 2002 o primeiro autor português convidado para a residência de escritores na Ledig House, em Nova Iorque.
É colaborador regular de vários jornais e revistas como o DNA (Diário de Notícias), e o Jornal de Letras.

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