Imploding Stars lançam “A Mountain and a Tree”, pela Cosmic Burger

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Nascidos nas Taipas, Guimarães, em 2011, os Imploding Stars são uma banda inserida no (2012) panorama do post-rock português. Depois do lançamento do primeiro EP, “Young Route” e muitos concertos em Portugal, Irlanda e Espanha, a banda sofreu algumas alterações até à atual formação.

Em Fevereiro de 2014 mudam-se para Braga onde compõem e gravam o seu primeiro álbum. Diogo, Élio, Filipe, Francisco e Jorge acabaram por mudar ligeiramente a linha de pensamento da banda procurando um caminho mais melódico e clássico dentro do género. No processo de criação do seu primeiro álbum exploraram ao máximo a relação sensorial humana exposta nos temas, procurando criar uma viagem harmónica, mas também visual, onde deram especial atenção a toda a imagem envolvida no disco, bem como na projecção vídeo feita ao vivo. Nesse sentido escolhem precisamente os Bug Studios para a gravação do álbum, uns estúdios situados no ponto mais alto da cidade de Braga, longe de tudo e de todos, bem no meio da natureza.


Em Novembro de 2014 lançam então o álbum “A Mountain and a Tree” pelas mãos da, também bracarense, Cosmic Burger. O disco apresenta 8 temas que traduzem uma nova jornada no espaço e no tempo à procura da expressão melódica da natureza e dos sentimentos humanos, bem como a envolvência entre ambos.

Por extenso, porque não há lírica que guie o ouvinte em “A Mountain and a Tree”:

Unquiet Breeze, “É uma perturbação. O acordar de algo adormecido de forma imperativa.” 

Awaken Forest, “O amanhecer numa floresta outrora adormecida. Entrar lentamente na vegetação densa, abrindo caminho entre ela e descobrindo o que está para lá do entendimento humano.”

A Mountain And A Tree, “É o contemplar do que está mais alto, do que é maior do que nós, a natureza. É também o olhar para o objectivo e traçar o caminho para o que aí vem.” 

Earthquake, “O ser humano carrega o caos, e o caos destruirá a Terra. No fim tudo se irá recompor pela própria natureza.”

Across Distant Seas, “Navegar à deriva no destino da raça humana. É o desespero de estarmos perdidos.”

The Earth In The Sight Of Men, “Acordar com um raio de sol no meio do oceano, à deriva, sugados pela sede e pelo instinto de sobrevivência. De repente, sentimos a salvação.”

Beyond The Horizon, “A esperança do que está para lá do horizonte. O caminhar desgastante e repetitivo para um novo lugar.“                                                                           

Beneath This Tired Ground, “Abaixo do chão que pisamos está um lugar que acreditamos ser melhor do que este. Tudo e todos que perdemos. O dia depois do caos. O príncipio.”

Concertos:
12 de Dezembro / Texas Bar - Leiria / 23h00
19 de Dezembro / Paradise Garage - Lisboa / 23h00
20 de Dezembro / Santa Claus is Burning - Vale de Cambra / 22h00

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