[DESTAQUE] Em Maio, pela Quetzal: Alguém Para Tomar Conta de Mim: o regresso de Yrsa Sigurdardóttir

Alguém Para Tomar Conta de Mim Yrsa Sigurdardóttir Género: Romance / Thriller Tradução: Miguel de Castro Henriques N.º de pági...


Alguém Para Tomar Conta de Mim
Yrsa Sigurdardóttir

Género: Romance / Thriller
Tradução: Miguel de Castro Henriques
N.º de páginas: 400
Data de lançamento: 8 de maio
PVP: 18,80€
ISBN: 9789897222092

Uma nova história da aclamada série de thrillers protagonizada por Thóra Gudmundsdóttir. E uma brilhante prestação na escrita policial. A multipremiada islandesa Yrsa Sigurdardóttir, autora de excelentes best-sellers, regressa com novo livro, considerado pelo britânico Sunday Times como o policial do ano.

LIVRO
Um jovem adulto com síndrome de Down foi condenado por fogo posto nas instalações do lar de cuidados continuados em que vivia, provocando um incêndio que causou cinco mortos. Agora, um dos que com ele partilha a ala psiquiátrica de segurança em que está internado vai contratar Thóra para provar que Jakob está inocente. Mas, então, se não foi Jakob o autor do crime, quem o será? E de que forma é que o múltiplo homicídio estará ligado à morte de uma jovem por atropelamento e fuga? 

AUTORA
Yrsa Sigurdardóttir vive com a família em Reiquejavique. É diretora de uma das maiores empresas de engenharia da Islândia. Os seus livros elevam-se aos topos das listas de best-sellers em todo o mundo. Muitos deles estão a ser adaptados ao cinema e à televisão. Alguém para Tomar Conta de Mim é o sexto livro de ficção da autora e o terceiro que a Quetzal publica, após Cinza e Poeira e Lembro-me de Ti.

ADAPTAÇÕES
Sigurjon Sighvatsson – veterano produtor de Hollywood com mais de 40 filmes e várias séries televisivas – prepara já a rodagem de Lembro-me de Ti (publicado pela Quetzal em 2012), tendo também comprado os direitos para televisão do conjunto de romances da série dedicada a Thóra Gudmundsdóttir.

IMPRENSA
«Com uma escrita limpa e direta, Yrsa conduz-nos numa história de crime e ciúmes que até podia ser verdade.»
i

«Yrsa Sigurdardóttir sabe entretecer com mestria as ambiguidades da condição humana.»
Diário de Notícias

«Um policial bem urdido na sua dose de fiel retrato da Islândia.»
Time Out Lisboa

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