[DESTAQUE] BranMorrighan apresenta A Harmonia De Não Ter Tempo com Tio Rex e Um Corpo Estranho no Musicbox Lisboa

Cartaz por Marta Banza É com uma enorme alegria e muito orgulho que divulgo agora a nova iniciativa do BranMorrighan no Musicbox Lisb...

Cartaz por Marta Banza

É com uma enorme alegria e muito orgulho que divulgo agora a nova iniciativa do BranMorrighan no Musicbox Lisboa. Vamos ter Tio Rex e Um Corpo Estranho numa noite muito especial! Os concertos começam pelas 22h e o bilhete custa 5€. Mais uma vez reforço que apesar de ser eu a organizar e a promover estes eventos, a comissão respectiva reverte totalmente para os músicos. Por isso venham, conheçam boa música portuguesa e contribuam para que estes projectos possam continuar a crescer! Vai valer a pena, acreditem! Marquem na vossa agenda - 19 de Setembro! Brevemente levam com mais informações! O cartaz é da maravilhosa Marta Banza! 

Deixo-vos as apresentações oficial e a música conjunta!

SURPRESAhttp://www.branmorrighan.com/2015/09/destaque-golden-slumbers-juntam-se-tio.html

TIO REX
Tio Rex, também conhecido como Miguel Reis, é um cantautor Setubalense que, recorrendo a delicadas composições de guitarra e munido de uma voz grave, tem vindo a construir o seu próprio imaginário autobiográfico, que, de disco para disco, vai ganhando novos capítulos e abordagens alusivas ao mundo que o rodeia. É desde 2012 que os seus desabafos ultrapassaram o medo de ver a luz do dia e passaram a canções. Floresceram a partir de várias histórias reais e imaginárias, que resultaram já em dois EP’s (Homónino (2012); 5 Monstros (2014)) e um álbum (Preaching to a Choir of Friends and Family (2013)).
Depois de uma tour que o levou de norte a sul do país a apresentar o EP 5 Monstros, passando pelos festivais Jameson Beatzmarket e FUMO, Tio Rex voltou ao estúdio. Novamente enraizado na língua portuguesa e com a colaboração da Gallantry na produção, o conceito deste novo disco de 8 faixas gira à volta dos ponteiros do relógio. Os temas do álbum “Ensaio Sobre A Harmonia” percorrem um “dia” da sua vida: do amanhecer à madrugada, é um ensaio sobre a transição de estados de espírito por influência das relações com os outros, das pressões dos pares e das reações desencadeadas. Um ciclo diário que constrói a identidade do artista.

UM CORPO ESTRANHO
A música de Um Corpo Estranho não é puxada a fórceps, chega desapressadamente, depois de preparado o seu ambiente.
Há um Oeste a latejar em “De Não Ter Tempo”, um Oeste que é fruto possível de uma sonoridade em que vibram cordas de ukulele e banjo. Mas um Oeste que confunde as coordenadas. Evoca qualquer coisa da lata de feijões aquecida uma lareira, pistola repousada no coldre de um caubói mítico norte-americano, mas não chega com uma pompa morriconiana inventada à distância. Um Corpo Estranho não é épico. É telúrico até mais não.
“De Não Ter Tempo” significa também o recolhimento. Depois do deslumbramento com o mundo na adolescência, saber virar o olhar para dentro e perceber que não há verdade mais verdadeira do que essoutro mundo, próximo, ao alcance da mão, que conhecemos pela frente e pelo avesso, que está incrustado nos dias e que, ainda assim, se revela sempre como algo maior e explicável.


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