Retratos do Festival Bons Sons, em tom de saudades!

Não estão pela ordem que foram tirados, mas não interessa. Interessa que cada um destes retratos é especial à s...











Não estão pela ordem que foram tirados, mas não interessa. Interessa que cada um destes retratos é especial à sua maneira. Posso começar logo pelo primeiro, com os D'Alva, uma banda que há um ano pouco ouvia, que passados uns meses conheci pessoalmente e entrevistei, ficando cativada pela sua genuinidade e sinceridade. Gosto imenso do Ben e do Alex, quem conheço melhor, e é tão natural estar com eles que, sou sincera, aquele retrato é dos que mais gosto! 

Os dois seguintes são com a querida Vera Marmelo e com o fantástico Fausto Silva. Tanto um como outro já foram apresentados neste blogue, são duas pessoas que admiro e respeito imenso e não podia sair do Bons Sons sem ter uma lembrança com eles. Acho que também é destes pequenos momentos que a vida se vai compondo e as recordações ajudam-nos muitas vezes a relembrar que o que fazemos e as com que nos cruzamos são especiais! E estes dois são sem dúvida extraordinários.

Seguem-se mais dois com o Tó Trips, um dos músicos portugueses que mais admiro. É pelo seu talento artístico, pela pessoa que demonstra ser, pela consideração que mostrou sempre comigo e com o blogue... É realmente alguém que vale a pena conhecer e ter por perto. Tive também o privilégio de conhecer a sua bela família. Foi uma tarde bem bonita! 

Continuando temos a foto com o Miguel Reis e a Marta Banza, os meus queridos e lindíssimos músicos de Tio Rex. Em banda são ainda mais, mas é com eles que me tenho cruzado várias vezes e foi com eles que criei uma amizade muito querida. São pessoas simples que lutam pelos seus sonhos e mostram uma gratidão tal por quem os ajuda que é impossível não nos cativarmos por eles. O concerto no Bons Sons foi dos melhores que já vi.

Chega a vez do Luís Nunes, o nosso Benjamim, que entrevistei enquanto ainda era o Walter Benjamin e que também é um porreiraço! Andou em tour a divulgar o seu Auto Rádio e também não falta muito tempo para voltarmos a conversas sobre esse seu disco novo. Foi bom revê-lo!

O André Simão, ao lado de quem fiquei com cara de parva, é dos músicos mais queridos que conheço. Ele toca em imensos projectos, até hoje tenho gostado de todos, e para além de talentoso é super simpático. Já nos conhecemos há algum tempo, penso que ou através de Dear Telephone ou através de White Haus, mas foi com Duquesa que ele esteve no Bons Sons. 

Temos por fim o Carlão, músico que conhecia dos Da Weasel e 5-30, mas que passei a acompanhar mais de perto no seu projecto a solo. Dada a sua abordagem ao seu disco de estreia "Quarenta", a minha curiosidade andava aguçada e como tive a oportunidade de o entrevistar ainda descobri que é das pessoas mais humildes e surpreendentes que já conheci. Eu que até estava a tentar fazer uma cara normal dei conta que até ele estava descontraído o suficiente para a brincadeira das caretas e lá fui eu para a "imagem de marca" como já muitos me dizem.


Resumindo, foi bom bom bom. Estive com muito mais gente, mas não tive coragem para ser chata com todos, com estes houve abertura e à vontade suficientes. Ainda assim quero deixar um beijinho super especial à Ana da comunicação do Bons Sons e ao Luís Ferreira da organização. Incansáveis e cinco estrelas! 

Para todas as reportagens e mais algumas, incluindo um gozo do meu afilhado à minha pessoa, é só consultarem este marcador: http://www.branmorrighan.com/search/label/Bons%20Sons

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