[Diário de Bordo Especial 2015] O Eugénio

Foto mais antiga/pirosa/lamechas que eu encontrei!  Podia ter etiquetado o post como fazendo parte do sétimo aniversário, mas a verdad...

Foto mais antiga/pirosa/lamechas que eu encontrei! 

Podia ter etiquetado o post como fazendo parte do sétimo aniversário, mas a verdade é que ao pensar nisto, neste texto que agora lêem, vejo que não fazia grande sentido. Tal como não fará à medida que for falando de algumas pessoas. A primeira é o Eugénio Ribeiro, que conheço há mais de 7 anos. Conheci-o em Setembro de 2007, ele com 18 aninhos, eu com 19, ele a entrar na faculdade, eu a querer fazer-me de gente grande na faculdade. O nosso curso, Engenharia Informática e de Computadores, no Instituto Superior Técnico, sempre teve uma tradição de praxe muito saudável. Pelo menos no meu tempo era assim. Não sei qual é a vossa opinião sobre a praxe, sinceramente também não é o mais importante aqui, o que é de valorizar e de destacar é que graças a essa tradição das madrinhas e afilhados, padrinhos e afilhadas, e vice-versa, eu fiz amizades que de outra maneira talvez não acontecessem.

O Eugénio é uma dessas amizades. Afilhado da vida universitária, para mim tornou-se como alguém da minha família, aquela que pode não ser de sangue mas que trazemos connosco no nosso coração. Aliás, ainda hoje, passados anos e sem praxes ou tradições académicas envolvidas, eu apresento-o, muito orgulhosamente, como "o meu afilhado". Claro que muitos ficam espantados, afinal ele é só um ano mais novo do que eu e supostamente não teria idade para ser madrinha dele, mas também não me interessa se as pessoas acham normal ou não eu designá-lo assim, interessa-me o que ele significa para mim. E o Eugénio, ou o Gé, como tantos lhe chamam, tornou-se numa das pessoas mais especiais que trago comigo. Num outro post disse que havia um quarteto fantástico na minha vida que vos queria apresentar, o Eugénio faz parte desse quarteto e dos quatro é quem eu conheço há mais tempo. 

Nem sempre fomos muito próximos, nem sempre fomos aquelas pessoas que sabiam tudo uma da outra, mas os astros organizaram-se de forma a que nos últimos anos nos tivéssemos aproximado mais e hoje em dia só posso dizer que tenho o maior orgulho na pessoa que ele se tornou. Não o quero expor muito, sou sincera, sei que ele próprio tem a sua maneira de estar no mundo e não quero de forma alguma de repente despi-lo aqui, mas já que o deixei humilhar-me completamente pela altura de Bons Sons (quando destruiu a minha imagem social com este post, ahahah) achei que podia ao menos dizer a quem quiser ler que gosto imenso dele. Que o facto de saber que posso contar com ele, que ele se preocupa comigo e está lá quando mais ninguém está... Não tem preço, não tem adjectivos nem termos suficientes para lhe agradecer. 

Por isso Eugénio, é assim afilhado, eu gosto imenso de ti, eu juro que mesmo quando me apetece dar-te chapadas por estares sempre a gozar comigo e a fazer-me passar vergonhas, que te adoro do fundo do coração. Que este 2015 foi difícil para mim para caraças, mas que tu ajudaste a torná-lo mais fácil, mais suportável, mais confortável. Por isso desgraçado, prepara-te, porque estou aqui para retribuir tudo e ainda um pouco mais, se for possível. Mil beijos e Feliz Natal! 

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