[Queres é (a) Letra!] Jonny Abbey - So Far

Diariamente recebo imenso material promocional de vários projectos e o tempo para os divulgar tem sido pouquíssimo. Nem sempre consigo a...


Diariamente recebo imenso material promocional de vários projectos e o tempo para os divulgar tem sido pouquíssimo. Nem sempre consigo abrir todos e mesmo quando acontece, por vezes tem que ficar para depois. No entanto, quando recebi esta música do Jonny Abbey, e tive a oportunidade de ouvir, a batida ficou logo no ouvido e a voz lânguida entrelaça-se perfeitamente com o instrumental. Deixo-vos com as informações oficiais e também com a letra! 


“So Far”, single de estreia de Jonny Abbey, foi escrito em sua casa, no Porto, numa noite introspectiva inundada pelos ruídos da cidade. Começou por ter apenas guitarra eléctrica, mas transformou-se com a introdução de uma batida inspirada no Hip/Hop e RnB, e sintetizadores analógicos que se expandem ao longo da canção. Retracta a procura incessante pelo inalcançável que, por vezes, se encontra tão próximo que a nossa percepção acaba por o negligenciar. Esse inalcançável pode englobar diversas necessidades e uma delas é a pessoa que idealizamos como a nossa metade, de uma forma utópica e irrealista. Foi tocada e produzida por Jonny Abbey, misturada na Adega Records por Alexandre Braga e Jonny Abbey, e masterizada por Andrés Malta.

O videoclipe, realizado por Juliana Constantino, foi filmado no Oliva Creative Factory, em São João da Madeira e baseia-se neste conceito. Procura criar 2 ambientes distintos: a realidade onde se encontra o actor Tiago Jácome, e o fruto da imaginação/desejo do mesmo, onde se encontra a actriz Mafalda Banquart. A obsessão do personagem pela sua musa faz com que ele tudo tente fazer para a esquecer, no entanto tal não resulta e a linha entre o real e o imaginário torna-se cada vez mais ténue, até deixar de existir. Ambos se encaram num espaço ilusório e quando o personagem pensa que já atingiu o seu objectivo, é lançado de volta ao quotidiano banal onde, desapercebido, deixa escapar o que mais queria. A idealização dos movimentos corporais é de Helena Oliveira, o desenho de luz de Marco Dias e o cenário de Carina Constantino e fotografia de MARLENE e André Leiria.


So here I am now,
I’m looking out the window,
No places to hide, inside of my mind,
Oh here I am now,
I’m picking up the pieces, 
The damage is done, and all I’ve become is colder and blue

But So Far,
So Good,
So Far,
So Good,

Cos’ Am I too blind, to see that i’m falling, and I’m falling, into your heart,
Cos’ Am I too blind, to see that i’m falling, and I’m falling, into your heart,
Maybe I’ve said,
Something that was wrong,
Spoked out of turn and killed all your fun, you know I did,
But I’ll make it all right, I’ll make you feel better,
Collect all the stones and build us a home, Won’t you come in?

Cos Am I too blind, to see that i’m falling, and I’m falling, into your heart,
Cos Am I too blind, to see that i’m falling, and I’m falling, into your heart,

But So Far,
So Good,
So Far,
So Good,

Cos Am I too blind, to see that i’m falling, and I’m falling, into your heart,
Cos Am I too blind, to see that we’re falling, and we’re falling, down this road again,

But So Far,
So Good,
So Far,
So Good,

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