Apanhem-nos por aí! As próximas paragens do UM AO MOLHE 17

UM AO MOLHE 17  FESTIVAL ITINERANTE DE ONE-MAN-BANDS Com imagem renovada e outras novidades em carteira, o UM AO MOL...








UM AO MOLHE 17
 FESTIVAL ITINERANTE DE ONE-MAN-BANDS

Com imagem renovada e outras novidades em carteira, o UM AO MOLHE está de regresso à estrada. 

O UM AO MOLHE tem vindo a desafiar as estradas nacionais e internacionais, dando boleia a alguns dos mais promissores artistas portugueses em formato One-Man/Woman-Band. Com duas edições de sucesso, o festival deu a conhecer já vários artistas, percorrendo várias cidades e sempre com o apoio inestimável de diversos parceiros de viagem. 

Em 2017, o cubo regressa e volta a representar os artistas a solo e a fazer-lhes companhia durante 3 meses. Com festa de abertura agendada para dia 3 de Fevereiro em Vila Real, o UM AO MOLHE tem rota traçada de Fevereiro a Abril, por muitos lugares de Portugal.


Este ano, apresenta também uma tour europeia por Espanha e França. Alguns dos projectos vão, à boleia do festival, pisar palcos em Zaragoza, Barcelona, Santiago de Compostela, Madrid, Montpellier, Toulouse, entre outras cidades. 

De 2 a 11 de Março, em comemoração do Dia Internacional da Mulher, o UM AO MOLHE dedica uma semana exclusivamente às One-Woman-Bands, organizando concertos, workshops e outras atividades, de norte a sul do país. 

No cartaz deste ano encontramos nomes já familiares de edições passadas, como Acid Acid, Alek Rein, Gobi Bear, Surma, Coelho Radioactivo, Joana Guerra, Daniel Catarino, Rapaz Improvisado, O Manipulador, Tren Go! Sound System, Calcutá, e muito mais.  Também novos nomes serão apresentados, que prometem concertos imperdíveis, como Mr. Gallini, O Lendário Homem do Trigo ou emmy Curl, entre outras novidades a anunciar. 


O festival tem como objectivo promover e mostrar aquilo que de melhor se faz em Portugal, a nível de projetos musicais a solo, sobretudo emergentes, criando um circuito sólido para o crescente número de músicos, com aposta na descentralização e na democratização cultural em todo o território. 

0 comentários