Em Abril, pela Quetzal: A Contraluz, de Rachel Cusk

A Contraluz Rachel Cusk Género: Literatura / Romance radução: Ana Matoso Formato: 15 x 23,5 cm  N.º de páginas: 232 Este...


A Contraluz
Rachel Cusk

Género: Literatura / Romance
radução: Ana Matoso
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.º de páginas: 232

Este é o primeiro volume de uma trilogia da qual se publicou recentemente, na língua original, o segundo volume, intitulado Transit

«Ponderou sobre o hábito, de toda a vida, de se explicar, e ponderou sobre o poder deste silêncio, cujo resultado era pôr as pessoas fora do alcance umas das outras. Ultimamente, desde o incidente – agora que as coisas se tinham tornado mais difíceis de explicar e que as explicações eram mais agrestes e sombrias – até os seus amigos mais íntimos tinham começado a dizer-lhe para parar de falar sobre aquilo, como se ao falar sobre aquilo ela fizesse com que aquilo continuasse a existir.»

LIVRO
Uma mulher chega a Atenas, no pico do verão, para lecionar um curso de escrita. Aí chegada, torna-se a audiência de uma cadeia de narrativas, à medida que as pessoas que vai encontrando lhe contam, à vez, a história das suas vidas. Começando com o vizinho do lado, no avião, durante o voo de ida – com as suas histórias de barcos desportivos e casamentos falhados –, os narradores falam dos seus amores, ambições, sofrimentos e perceção da vida do dia a dia. Com o calor abrasador e os ruídos da cidade em pano de fundo, a sequência de vozes vai tecendo uma complexa tapeçaria humana: a experiência da perda, a natureza da vida familiar, o difícil que é a intimidade. Primeiro volume de uma trilogia em que Rachel Cusk usa este novo artifício narrativo na sua obra: depois da sobre-exposição do eu nos livros anteriores, aqui, a figura de Faye esbate-se até à quase invisibilidade, a um contorno, transformando-se no veículo do que os outros dizem.

AUTORA
Rachel Cusk nasceu em 1967 e é autora de nove romances. Foi galardoada com o prémio Whitbread para primeiro romance, com o prémio Somerset Maugham e foi várias vezes finalista de outros tantos, como o Whitbread e o Orange. Em 2003 foi escolhida pela Granta como uma das melhores jovens romancistas. 

IMPRENSA
«Rachel Cusk quebra todas as regras.»
Independent

«Um romance letalmente inteligente.»
New York Times Book Review

«Uma peça de prosa das mais ousadamente originais e divertidas que alguma vez li.»
Observer

«Hipnotizante.»
New Yorker

«Brilhante, absorvente, suscita reflexão.»
Evening Standard

«Se passar algum tempo a ler este romance, ficará convencido de que Rachel Cusk é uma das mais inteligentes escritoras vivas.»
New York Book Review

«Um livro de se apreende com uma certa sensação onírica, mas com arestas bem vivas.»
Spectator

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