Em Maio, pela Quetzal: As Coisas Que Perdemos no Fogo, de Mariana Enriquez

As Coisas Que Perdemos no Fogo Mariana Enriquez Género: Literatura / ficção Formato: 15 x 23,5 cm N.º de páginas: 208 PVP: ...


As Coisas Que Perdemos no Fogo
Mariana Enriquez

Género: Literatura / ficção
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 208
PVP: € 16,60
ISBN: 978-989-722-334-1

«As Coisas que Perdemos no Fogo», um conjunto de narrativas mesmerizantes, inesquecíveis

Chegou às livrarias o livro da argentina Mariana Enriquez, «As Coisas que Perdemos no Fogo», um inesquecível conjunto de narrativas que está a ser publicado em dezenas de idiomas e tem inflamado escritores, editores e leitores. A sua escrita é comparada à de um Poe do século XXI, à de Bolaño e Cortázar. Com eles partilha temas e, sobretudo, universos inquietantes, sombrios, em que o leitor perde rapidamente o pé e é arrastado para regiões malévolas que o vão assombrar, insidiosamente, durante muito tempo. Mariana Enriquez cruza magistralmente a grande tradição latino-americana com uma voz muito própria - que é feroz, visceral, feminista, política e humorística.
«Olhou para ele como uma bruxa, como uma assassina, como se tivesse poderes. O motorista deixou-a sair e ela foi a correr até às árvores. Desapareceu numa nuvem de terra quando o autocarro voltou a arrancar. Jamais esqueceremos aquele olhar e aquela rapariga. Não tinha mala nem mochila. Estava vestida com uma roupa demasiado fresca para as noites de outono.»
Respondendo ao estrondoso êxito internacional do livro, a autora está atualmente na Europa, numa tournée literária, com paragem em Lisboa no início de junho, para encontros com leitores e jornalistas.

LIVRO
Nestas narrativas do macabro, selvagens, imaginativas e diabolicamente ousadas, Mariana Enriquez, dá uma vida vibrante à Argentina contemporânea, e torna-a num lugar em que a desigualdade, violência e corrupção constituem a lei, e a ditadura militar e milhares de «desaparecidos» se agigantam na memória coletiva. Mariana Enriquez tem sido comparada a Shirley Jackson e Julio Cortázar. A par da magia negra e dos inquietantes desaparecimentos, estas histórias alimentam-se da compaixão pelos atemorizados ou perdidos, acabando por trazê-los para realidades surpreendentes. Escrito numa prosa hipnótica, As Coisas que Perdemos no Fogo, é uma exploração poderosa do que acontece quando deixamos à solta os nossos desejos mais obscuros e assinala a chegada de uma voz surpreendente e necessária à ficção contemporânea.

AUTORA
Mariana Enriquez nasceu em Buenos Aires em 1973. Estudou jornalismo na Universidade de La Plata e dirige o suplementocultural Radar do jornal Pagina 12. Publicou três romances, o primeiro com 22 anos, e uma recolha de histórias – algumas delas também em revistas estrangeiras, como a Granta, a McSweeneys’s ou a New Yorker. As Coisas que Perdemos no Fogo será publicado em mais de vinte idiomas e é a estreia literária de Mariana Enriquez em Portugal.

IMPRENSA
«Mariana Enriquez é uma escritora hipnotizante que deve ser lida.» Dave Eggers

«A sua literatura provoca um impacto físico que é difícil encontrar noutra ficção.» Ezequil Acuña, Pág. 12

«Uma brecha através da qual a irracionalidade brilha e onde corpos se entregam às suas excreções e palpitações.» Beatriz Sarlo

«Breve e fenomenal. Beleza e corrupção enredam-se e transformam-se nos nossos pensamentos e temores mais negros.» Vanity Fair

«Desconcertante na habilidade com que tira o tapete ao leitor. Histórias sobre os terrores que espreitam a cada esquina e a cada dia.» Kirkus

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