[DESTAQUE] Em Janeiro, pela Quetzal: Manobras de Guerrilha, de Bruno Vieira Amaral

Manobras de Guerrilha Bruno Vieira Amaral Género: Literatura / Ensaio  Formato: 15 x 23,5 cm  N.º de páginas: 288  Data de ...


Manobras de Guerrilha
Bruno Vieira Amaral

Género: Literatura / Ensaio 
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.º de páginas: 288 
Data de lançamento: 12 de janeiro de 2018
PVP: € 17,70 
ISBN: 978-989-722-431-7

«Manobras de Guerrilha» reúne os mais memoráveis textos de Bruno Vieira Amaral
Da reportagem à crónica, da (quase) ficção aos discursos, do futebol à filosofia – percorremos o caminho dos seus heróis e mergulhamos no lago das suas obsessões

O que tem Maradona a ver com Susan Sontag e pugilismo com Chateaubriand? E David Bowie com Budapeste ou Woody Allen com Bartolomé de Las Casas? Ao longo de 26 textos dispersos – publicados em jornais, blogues, ou apresentados em conferências e encontros de escritores – somos conduzidos pela voz arrebatadora de Bruno Vieira Amaral no caminho dos seus heróis, experiência singular que nos dá a conhecer as glórias e obsessões destas figuras, acontecimentos e locais quase míticos. «Manobras de Guerrilha», que chega às livrarias a 12 de janeiro, reúne em livro as palavras memoráveis do autor que, na sua variedade, erudição e humor, bem ilustram a mestria literária e o extraordinário leque temático de Bruno Vieira Amaral, autor distinguido com o Prémio Literário Fernando Namora, Prémio PEN Clube de Narrativa, Prémio Time Out para Livro do Ano, Prémio Novos de Literatura e Prémio José Saramago. «Enquanto para Sontag, Kafka inspirava piedade e temor, Joyce, admiração, Prouts e Gide, respeito, Camus era o único que inspirava amor. Que espécie de amor é este? Quais as qualidades de Camus que o fizeram tão amado pelos leitores, ainda que Sontag considere que a sua obra se encontra num patamar inferior ao de outros grandes escritores do século XX? A explicação mais óbvia será a personalidade de Camus, o último dos justos, as suas participações cívicas, as suas opiniões políticas, até a sua imagem atraente, cinematográfica.»

«Uma experiência de puro deleite, espanto e maravilhamento.» José Mário Silva, Expresso

LIVRO
Fernando Chalana a jogar à luz de um candeeiro no Lavradio, Mike Tyson a lutar contra o medo da derrota, Nelson Rodrigues a revelar a sua verdadeira face, Fernando Mamede e as medalhas que não conquistou, o culto a David Bowie dias antes da sua morte, a caça ao Pokémon no Barreiro, uma visita à aldeia do Doutor Zeca, a graça das cabras de Cochim, as noites de Budapeste, o amor dos homens pelas ruínas, o recenseamento dos habitantes do sétimo círculo infernal, o humor na literatura, a destruição dos corpos negros na história da América, os mortos que não podemos salvar: da reportagem à crónica, da (quase) ficção aos discursos, do futebol à filosofia, do ciclismo ao sexo anal, do boxe ao protestantismo, Bruno Vieira Amaral – o autor de «As Primeiras Coisas» e de «Hoje Estarás Comigo no Paraíso» – percorre o caminho dos seus heróis e mergulha no lago das suas obsessões.

AUTOR
Bruno Vieira Amaral estudou História Contemporânea e é crítico literário, ensaísta e romancista. O seu primeiro romance, As Primeiras Coisas, foi distinguido com variadíssimos prémios e mereceu, em 2016, a nomeação de uma das Dez Novas Vozes da Europa (Ten New Voices from Europe), escolhidas pelos jurados da plataforma Literature Across Frontiers. O segundo romance, Hoje Estarás Comigo no Paraíso, foi igualmente aclamado pela crítica. No presente, Bruno Vieira Amaral dedica-se inteiramente à escrita.

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