Em Janeiro, pela Temas e Debates: O Mito da Singularidade - Devemos temer a inteligência artificial?, de Jean-Gabriel Ganascia

O Mito da Singularidade - Devemos temer a inteligência artificial? Jean-Gabriel Ganascia Género: Divulgação científica Tradução:...


O Mito da Singularidade - Devemos temer a inteligência artificial?
Jean-Gabriel Ganascia

Género: Divulgação científica
Tradução: Artur Lopes Cardoso 
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.º de páginas: 184
Data de lançamento: 12 de janeiro de 2018 
PVP: € 15,50 
ISBN: 978-989-644-468-6

Jean-Gabriel Ganascia responde às nossas inquietações em «O Mito da Singularidade»
Irá a inteligência artificial prevalecer sobre a humana? 

O Mito da Singularidade, de Jean-Gabriel Ganascia, chegará às livrarias na sexta-feira, dia 12 de janeiro. “Singularidade tecnológica” é a designação que se dá ao momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana. Como o próprio nome do livro indica, o autor desconstrói esta ideia, que considera ser um mito crescente. O grande especialista mundial em inteligência artificial responde, neste livro, às nossas inquietações sobre a temática como: “devemos temer a inteligência artificial?”, “irá a inteligência artificial prevalecer sobre a humana?” ou “conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo as nossas mentes para supercomputadores?”. «Mesmo que as consequências anunciadas da grande viragem tecnológica da humanidade pareçam, em simultâneo, surpreendentes e desagradáveis, e até chocantes para alguns, porque recusam a ideia de homem que gostaríamos de ter conservado acima de tudo, e ainda mais a liberdade humana a que muitos continuam ligados, não podemos, tendo em vista a legitimidade intelectual e social dos seus autores, repudiá-las a priori, sem um exame aprofundado. É a razão pela qual nos propomos, aqui, explicar os fundamentos sobre os quais afirmam repousar, antes de discutirmos os seus significados, a sua verosimilhança e as suas implicações éticas e políticas. Interessam-nos em especial o horizonte temporal que se adivinha por trás dessas promessas, os seus paradoxos e as estranhas perspetivas que abre».

LIVRO
O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por «Singularidade tecnológica». Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação. Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma «trans-humanidade», este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade em que a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores? Um livro importante e conciso sobre um tema de grande atualidade por um dos maiores especialistas mundiais em inteligência artificial.

AUTOR
Jean-Gabriel Ganascia é professor na Universidade Pierre-et-Marie-Curie, onde desenvolve investigação sobre inteligência artificial no Laboratório Informático de Paris 6 (LIP6). Preside à Comissão de Ética do Centre national de la recherche scientifique e publicou diversas obras, entre as quais, o precursor L’Âme machine (1990).

IMPRENSA
«A singularidade é o ponto de viragem da evolução tecnológica – previsto para cerca de 2045 – em que as máquinas se tornarão autónomas e provavelmente incontroláveis, e em que os seres humanos poderão hibridar-se com um computador e talvez tornar-se imortais. Segundo Jean-Gabriel Ganascia, especialista em inteligência artificial, trata-se de esperanças e temores infundados. Para ele, a singularidade é um mito, alimentado pela ficção científica e algumas inovações – o módulo vocal Siri da Apple, o automóvel autónomo da Google ou o programa AlphaGo de DeepMind – cujas proezas não justificam a crença nos tecnoprofetas.» Charles Perragin, Philosophie Magazine

«Um excelente livro que desconstrói um mito crescente e, em simultâneo, se interroga sobre o que constitui a sua dinâmica. Não há dúvida de que é preciso aliar o saber científico de um especialista em inteligência artificial à reflexão ética de um humanista para levar a bom porto esta análise tão necessária.» Franck Damour, Études – Revue de Culture Contemporaine

«É claro que não podemos menosprezar os riscos inerentes a qualquer progresso tecnológico, mas devemos analisá-los mantendo o sangue-frio e a racionalidade, sem nos deixarmos enganar pelos “fabricantes de medo” que aproveitam o poder que a reputação ou o dinheiro lhes dá para nos confundirem. Sendo uma tarefa difícil, é preciso resistir-lhes e o livro de Jean-Gabriel Ganascia dá-nos os meios e o desejo de o fazermos!» Marie-Odile Cordier, Interstices – Explorez les Sciences du Numérique

«Jean-Gabriel Ganascia demonstra que, quando se analisam os desenvolvimentos atuais da Inteligência Artificial (IA), nada indica que as máquinas possam um dia vir a ser autónomas. […] Isto não significa que não haja motivos de esperança ou de receio pela evolução da IA. Porém, conclui Ganascia, estas “fábulas extravagantes” conseguem desviar a nossa atenção das verdadeiras questões suscitadas pela IA, nomeadamente as da gestão e do controlo dos nossos dados pessoais.» Thomas Lepeltier, Sciences Humaines


0 comentários